Filhos queimam a própria mãe viva após acusação de feitiçaria
Um crime brutal chocou a comunidade local após dois filhos serem acusados de assassinar sua própria mãe sob a justificativa de que ela praticava feitiçaria. O caso ocorreu em uma lavra (campo de cultivo), onde a mulher foi cruelmente atraída, amarrada e queimada viva dentro de uma cabana.
De acordo com informações preliminares, os acusados planejaram cuidadosamente o ato. Eles convenceram a vítima a ir até a lavra, sob pretexto ainda não revelado, e ali a imobilizaram. Em seguida, a trancaram dentro da cabana e atearam fogo, fugindo do local. A vítima, cuja identidade ainda está sendo mantida sob sigilo pelas autoridades, não resistiu às queimaduras e morreu no local.
Moradores da região ficaram estarrecidos com a violência do ato e denunciaram o caso às autoridades. Segundo relatos, os filhos teriam justificado o assassinato com base em suspeitas infundadas de que a mãe estaria envolvida com práticas de feitiçaria — uma crença ainda presente em algumas comunidades, frequentemente alimentada por desinformação e medo.
A polícia já iniciou as investigações e busca apurar a motivação real do crime, além de reunir provas para responsabilizar os autores. Os suspeitos estão foragidos, e um mandado de prisão preventiva foi emitido.
O caso reacende o debate sobre a influência de crenças populares e o impacto da falta de acesso à informação e educação em comunidades vulneráveis. Organizações de direitos humanos pedem justiça e ações para combater esse tipo de violência baseada em superstições.

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