Artimiza Magaia encontra-se det!da numa das esquadras da cidade de Maputo, por ter calun!ado e d!famado o Presidente da CTA, Agostinho Vuma.

Artimiza Magaia, membro da FRELIMO, foi detida em uma esquadra da cidade de Maputo sob a acusação de calúnia e difamação contra Agostinho Vuma, presidente da Confederação das Associações Económicas de Moçambique (CTA). Esta detenção ocorre após uma série de eventos que começaram em junho de 2024, quando Magaia acusou Vuma de corrupção eleitoral durante as eleições internas do partido na província de Gaza. Ela alegou que Vuma distribuiu dinheiro para influenciar votos, incluindo um depósito de 30 mil meticais em sua própria conta bancária. Essas alegações levaram Vuma a processá-la por difamação, exigindo uma indemnização de cinco milhões de meticais.

Em julho de 2024, o Tribunal Judicial da Província de Gaza emitiu uma providência cautelar proibindo Magaia de mencionar o nome ou a imagem de Vuma, sob pena de desobediência qualificada. Apesar dessa ordem, Magaia continuou a fazer declarações públicas contra Vuma, o que resultou na sua detenção atual.

Este caso destaca as tensões internas dentro da FRELIMO e as implicações legais de acusações públicas contra figuras proeminentes do partido. A detenção de Magaia sublinha a seriedade com que as autoridades estão tratando as violações das ordens judiciais e as acusações de difamação no contexto político moçambicano.


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