AGENTE DA UIR TIRA A PRÓPRIA VIDA COM UMA AK-47
Na província de Niassa, um agente da Unidade de Intervenção Rápida (UIR) tirou a própria vida utilizando uma arma de fogo do tipo AK-47.
Em vida, o agente era identificado como Cipriano João Cassimo.
Segundo relatos de colegas, os motivos que o levaram a esse ato extremo estariam relacionados a episódios de delírios que começou a apresentar dias antes da tragédia. Durante esses surtos, Cipriano mencionava constantemente os nomes de cinco pessoas — que, segundo seus amigos, ele jamais havia conhecido em vida.
Nos momentos de delírio, ele pedia perdão e afirmava que “não quis matá-los”, dizendo que tudo teria sido uma falha e que “o calor das manifestações” o teria levado a cometer o que chamava de um assassinato. Suas palavras sugeriam um profundo sentimento de culpa e arrependimento por atos cometidos em um contexto ainda não totalmente esclarecido.
O caso está a ser investigado pelas autoridades, que procuram entender se existe alguma ligação entre os nomes mencionados, os delírios e possíveis incidentes ocorridos durante manifestações recentes. Também será averiguado se o agente esteve envolvido em operações que possam ter resultado em mortes civis.
A tragédia levanta novamente o debate sobre a saúde mental dos agentes de forças especiais e a importância de oferecer acompanhamento psicológico a profissionais expostos a altos níveis de estresse e violência.
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